



O júri, presidido por José Mena Abrantes e composto por David Capelenguela e Amélia Dalomba, destacou "a forma hábil como Paulo Campos domina as regras clássicas do soneto, com uma linguagem simples, fluente e acessível", sublinhando ainda a capacidade do autor para abordar, "com beleza e rigor, histórias antigas, lendas e parábolas africanas, cenas do quotidiano rural e urbano, bem como temas existenciais, amorosos e patrióticos, numa perspetiva de defesa dos valores universais da Humanidade".
Para o promotor da iniciativa, José Teixeira, presidente do dstgroup, “a literatura sempre foi um instrumento de subversão, sempre foi marginal. Sempre serviu para resistir e ser o eco, ser a ressonância das vozes sufocadas. Em Angola, a literatura e a poesia sempre foram muito importantes. Hoje, Angola é livre e sabe que não pode prescindir da voz crítica dos poetas e dos escritores. A liberdade é um processo. Pela nossa parte, como pequeno operador em Angola, incentivamos e apoiamos os poetas e os escritores no seu labor social”.
Ao longo destas edições o Prémio de Literatura dstangola/Camões já galardoou Zetho Cunha Gonçalves (2019), Pepetela (2020), Benjamim M’Bakassy (2021), Boaventura Cardoso (2022), João Melo (2023) e Jorge Arrimar (2024). O galardão afirma o dstgroup como o único grupo empresarial português a promover, de forma continuada, um prémio literário em Angola, reforçando o seu compromisso com a valorização da criação artística e do pensamento crítico no espaço lusófono.



O júri, presidido por José Mena Abrantes e composto por David Capelenguela e Amélia Dalomba, destacou "a forma hábil como Paulo Campos domina as regras clássicas do soneto, com uma linguagem simples, fluente e acessível", sublinhando ainda a capacidade do autor para abordar, "com beleza e rigor, histórias antigas, lendas e parábolas africanas, cenas do quotidiano rural e urbano, bem como temas existenciais, amorosos e patrióticos, numa perspetiva de defesa dos valores universais da Humanidade".
Para o promotor da iniciativa, José Teixeira, presidente do dstgroup, “a literatura sempre foi um instrumento de subversão, sempre foi marginal. Sempre serviu para resistir e ser o eco, ser a ressonância das vozes sufocadas. Em Angola, a literatura e a poesia sempre foram muito importantes. Hoje, Angola é livre e sabe que não pode prescindir da voz crítica dos poetas e dos escritores. A liberdade é um processo. Pela nossa parte, como pequeno operador em Angola, incentivamos e apoiamos os poetas e os escritores no seu labor social”.
Ao longo destas edições o Prémio de Literatura dstangola/Camões já galardoou Zetho Cunha Gonçalves (2019), Pepetela (2020), Benjamim M’Bakassy (2021), Boaventura Cardoso (2022), João Melo (2023) e Jorge Arrimar (2024). O galardão afirma o dstgroup como o único grupo empresarial português a promover, de forma continuada, um prémio literário em Angola, reforçando o seu compromisso com a valorização da criação artística e do pensamento crítico no espaço lusófono.